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Olá! Se clicares na imagem da barra lateral direita podes ler algumas informações sobre o 25 de Abril... Vê se gostas!
14
Mar 09

 

Teodora

 

Teodora é a sétima filha de um casal e, segundo uma tradição popular, quando atingir os 12 anos transformar-se-á em fada. Com a ajuda dos seus amigos Alex e Gil; além de outros companheiros que encontrará pelos caminhos que percorrer; irá viver fantásticas aventuras num Mundo Paralelo ao nosso.

 

Todos os anos, Teodora reúne-se com os seus amigos do Mundo Paralelo no Congresso Anual de Fadas, que tem lugar sempre num sítio diferente. O passaporte para essa viagem é nos Açores, local aonde Teodora passa as suas férias de Verão cuidando dos filhos dos seus padrinhos, Ruca e Cacá, que lhe fazem a vida num inferno. Para os pais, no entanto, estes são apenas uns amores de meninos. Teodora é ainda acompanhada de dois ajudantes que a ajudam nas tarefas com os Faia, com quem vive, e que conhecerás ao ler as aventuras da Teodora.

 

Teodora é ainda possuidora de um anel mágico, oferecido pela sua fada madrinha Urgânia, que a protege da malvada Pooka, a má da fita que está sempre pronta a prejudicar a Teodora.

 

Diverte-te a ler estas fantásticas e emocionantes aventuras escritas pela escritora Luísa Fortes da Cunha, umas das grandes escritoras portuguesas!

 

por: Madalena

Publicado pelo 6ºA às 14:47
Sentimo-nos: Muito contentes!

Olá amiguinhos! Desculpem pela falta de actualizações, mas na quinta-feira o servidor Sapo esteve em baixo e não conseguimos actualizar (nem sequer abrir!) o blog durante a aula de A.P.

 

Como sabem segunda-feira temos a visita da escritora Luísa Fortes da Cunha à nossa escola e estamos todos muito ansiosos! Quem quiser pode enviar-nos os seus trabalhos sobre a Teodora ou sobre a escritora, que nós publicamos aqui no blog. Para começar aqui fica um poemazeco da Madalena:

 

Teodora

 

Eu gosto da Teodora

E de viver aventuras

Subo montanhas e montes

Ando sempre nas alturas.

 

Com o Gil e o Alex

Teodora enfrenta perigos

Pooka tenta matá-la

Mas Teodora tem amigos.

 

É ela a minha heroína

É ela que me faz sonhar

Com Luísa Fortes da Cunha

Surpresas vou encontrar!

 

Uma colecção tão gira

É digna de relembrar

Quando conhecer a escritora

Um autógrafo vou suplicar.

 

Teodora, Teodora

Fã de descobrir mistérios

Aquele Mago Saramago

Já te deu alguns prémios?

 

por: Madalena

Publicado pelo 6ºA às 14:37
Sentimo-nos: Ansiosos!

05
Fev 09

Olá! Já falta pouco para a primeira edição do nosso jornal, que vai sair perto do Carnaval. Aqui fica um dos textos relacionados com esta quadra festiva, a época em que ninguém leva a mal! Então vamos fazer uma viagem ao futuro e sonhar com o dia 24 de Fevereiro...

 

P.S. A história foi escrita pela Madalena.

 

Baile de Máscaras

 

Era noite de festa. Máscaras e mascarilhas de todo o feitio dançavam aos pares há já um bom tempo, embora não o saiba definir, devido à alegria que contagiava tudo e todos e que pairava no ar. Era noite de festa. Noite de animação. A perfeita altura para começar namoricos e para conquistar a sua alma gémea. Eu ia pelo mesmo caminho, dividida entre um fantástico gato de bigodes farfalhudos e um príncipe de Veneza na forma de sapo gorducho. Quem era eu? Eu era a dama de honra, a anfitriã da casa. Também eu dançava, ora com um ora com outro, de bochechas ruborizadas, nem sei se da dança ou se da felicidade intensa. Mas eu tinha a obrigação de abrir o baile, o que já acontecera, e também de atender todas as máscaras e, no fim, de eleger a melhor e mais encantadora.

 

Ora estava eu à porta recebendo todas as máscaras convidadas quando aparece aquela que seria o meu par até ao fim da festa, já na manhã do dia seguinte. Era um rato de fato e gravata e com ar extremamente presunçoso. Nunca ouviste dizer que é mau é de que mais gostamos (embora depois eu percebesse que ele não o era)? Pois foi exactamente a situação. Sir John Scott, como pomposamente se chamava, gostava imenso de se exibir e de se mostrar, sendo um ser extremamente presunçoso. Devo dizer que eu era um bocadinho preguiçosa e convencida, mas era bondosa e penso que todos da terra gostavam de mim. Bem sei que era rica e que não trabalhava, mas gostavam logo de mim só por no Carnaval organizar aquele grande baile e aquela grande festa. Eu, embora apelasse à diversificação de disfarces, usava sempre o mesmo (com uns ajustes quando estava gorda demais). Mascarava-me de ratinha amorosa e boa mãe (embora não tivesse filhos) e era assim que conquistava tudo e todos. Ainda por cima era solteirona (já não sou!)…

 

Sir John ficou encantado comigo. Logo que chegaram todas as máscaras convidou-me para uma dança. E eu lá fui, esquecendo por completo o gato e o sapo, que neste momento já me pareciam completamente horríveis e horrendos. Acho que gostei logo dele, embora não tenha a certeza (mas certeza tenho que agora gosto!). Devo dizer que me surpreendi com as suas qualidades, e os seus defeitos nem se atreveram a entrar no meu coração. Ah! Boa noite, essa… Dançámos toda a noite, sem parar uma única vez, e as minhas bochechas estavam ruborizadas de tanto dançar. Quando soaram as 12 badaladas Sir John sorriu para mim e foi aí que eu percebi que as máscaras não interessavam. Por isso quando ele me sugeriu que ficássemos juntos, nem senti vergonha ou medo ao perguntar se podíamos viver sem tirar as máscaras. E a sua resposta saiu prontamente, de forma carinhosa:

 

- Claro que sim, minha princesa!

 

E nos próximos anos, sempre que era Carnaval, eu tinha o meu marido rato, mesmo na realidade, a meu lado, recebendo as outras máscaras. É verdade! Eu também era (e sou!) uma ratinha e claro que o meu futuro marido foi o vencedor do prémio da “Grande Máscara”.

 

Maria Rama, a rata

 

24/02/2009

Publicado pelo 6ºA às 14:36
Sentimo-nos: Cavalheiros mascarados...

14
Dez 08

Bom-dia! O André, a Andreia, o Edgar e o Luís, membros do grupo "Pequenos Escritores", já acabaram a sua história de Natal. Eu fiz uma pequena correcção, mas se for necessário uma das nossas professoras faz uma correcção mais profunda. Esperemos que gostem desta história!

 

O Pinheiro João

 

-Olá! O meu nome é João e sou um pinheiro. Hoje vou contar-vos uma história: como apareci na cidade de Leiria na época de Natal.

Tinha 11 anos e vivia em Portugal, na Serra-da-Estrela. Tinha um grande amigo. Ele era um cão chamado Jonas que tinha 3 anos.

Um dia de manhã, enquanto estava meio ensonado, ouvi um ruído que me acordou por completo. Avistei lenhadores que traziam moto-serras! Cortaram-me e atiraram-me para um camião azul e vermelho. Quando os lenhadores ligaram os motores do camião, o Jonas veio a correr e saltou para o camião onde eu estava.

Nessa noite o Jonas ia aconchegado na minha copa e eu em cima dos outros pinheiros. O camião dirigiu-se para uma loja de animais e plantas no centro de Leiria. A loja chamava-se "A Reserva Natural".

Ao ser cortado a minha vida ficara por um fio, mas felizmente eu estava a recuperar bem. O Jonas estava a brincar com uma bola cor-de-rosa. Até agora tudo ia bem, porque estava recuperado e queriam-nos comprar! Um senhor (o pai da família Sousa), pagou 77,58 euros para tal.

Já que sou um pinheiro, o Edgar (o "jefe" da família Sousa) queria enfeitar-me para ser a árvore de Natal. O Jonas seria o "presente surpresa" para o André e a Andreia, os filhos do senhor Sousa. No princípio a senhora Claúdia, esposa do senhor Sousa, não queria um cão, mas o marido Edgar deu-lhe a volta à cabeça.

Em casa eu estava coberto de bolas coloridas, bengalas de açúcar, fitas e também tinha uma estrela a cabeça. A Andreia e o André abriram um grande presente e de lá saíu o Jonas. Os dois ficaram surpresos mas também muito contentes! Havia uma grande alegria no ar que apenas se desvaneceu passadas 3 semanas. Os Sousa plantaram-me no seu vasto quintal e ficaram com o Jonas.

Tudo isto repetiu-se durante vários anos.

E assim termina a história do Jonas, da minha vida e de como viemos aqui parar.

 

André e Edgar

 

por: Madalena

 

Publicado pelo 6ºA às 09:15
Sentimo-nos: Um pinheiro de Natal!
Música: Pinheirinho (outra vez!)

07
Dez 08

Bom Domingo para todos! Desta vez venho falar-vos de uns slogans que os grupos do nosso jornal estão a criar, uma sugestão dos "Pequenos Escritores". Claro que todos aceitámos o desafio e eu e a Sharon já estamos a ver se pensamos em qualquer coisita. Mas como podem ver, só nós duas a pensar não vai dar grande coisa, por isso pedimos sugestões. Se achares que tens assim uma ideia genial não hesites e faz um comentário. Quem sabe não escolhemos esse slogan?! Bem, para começar deixo-vos aqui o slogan dos "Pequenos Escritores":

 

 

Interessante, não acham? Agora resta escolher um para nós, do Jornal Online... Que tal estes:

  • 6ºA & Companhia - O blog do nosso jornal;
  • 6ºA & Companhia - O teu blog escolar;
  • 6ºA & Companhia - Sempre ao dispor da cidadania;
  • 6ºA & Companhia - O mestre da alegria;
  • 6ºA & Companhia - O blog onde reina alegria e harmonia;
  • 6ºA & Companhia - Reportagens com fotografia;
  • 6ºA & Companhia - Jornal Online até com poesia;
  • etc, etc e tal.

Já sei, não prestam para nada. Então que tal darem uma ajudinha, ah? Assim que for escolhido o slogan vamos fazer uma imagenzinha como a dos "Pequenos Escritores", parecida com a que está no rodapé desta página.

 

E pronto, fico-me por aqui!

 

por: Madalena

Publicado pelo 6ºA às 16:48
Sentimo-nos: Um bocado às escuras!

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